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ICZ divulga tecnologia de galvanização por imersão a quente que oferece dupla proteção contra corrosão

Publicado em 07/03/2018 - 17:17  

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O ICZ Instituto de Metais Não Ferrosos divulga a tecnologia diferenciada de galvanização por imersão a quente que proporciona dupla proteção contra a corrosão, por barreira e catódica. A galvanização por imersão a quente é um processo que reveste o aço com zinco através de uma reação metalúrgica em um banho de zinco fundido a 450 graus. O objetivo é aumentar a vida útil do aço pela proteção contra a corrosão, diminuindo custos de manutenção e proporcionando uma solução sustentável, considerando que o aço e o zinco são 100% recicláveis. A galvanização por imersão a quente é aplicada em estruturas metálicas e nas armaduras (vergalhões) de aço do concreto armado.

Na proteção por barreira o revestimento de zinco isola todas as superfícies internas e externas de contato com os agentes oxidantes presentes no meio ambiente. Isso ocorre devido a penetração do zinco na rede cristalina de metal base, resultando em difusão intermetálica, ou seja, na formação de ligas de Fe-Zn na superfície de contato. O processo torna o revestimento integrado, desde o metal base até a superfície, onde a camada formada é de zinco puro.

Na proteção catódica, além da proteção mecânica (barreira), nesse processo utiliza-se zinco para a proteção catódica sobre a peça. A escolha do zinco nesse processo se justifica por ter potencial de redução menor que o ferro, ou seja, oxida com mais facilidade, o que origina a proteção catódica. Como o zinco oxida preferencialmente ao aço, sacrifica-se para proteger o ferro. Esse processo aumenta a proteção em casos de danos que provoquem cavidades (riscos) na camada de zinco. Os sais de zinco formados na corrosão, por serem aderentes e insolúveis, se depositam sobre a superfície exposta do aço, isolando-o novamente do ambiente, processo este que se assemelha a uma cicatrização.

As principais aplicações da galvanização por imersão a quente são os segmentos de armazenagem (silos, tanques), iluminação (postes), defensas metálicas (guard rail), pórticos em rodovias, estruturas metálicas, telecomunicações (torres), eletrificações (torres), construção Civil (vergalhão galvanizado, perfis em aço), pontes e viadutos (metálicas e de concreto), passarelas, túneis, elementos de fixação (parafusos, porcas, arruelas), agropecuária (pivôs de irrigação) e tubulações.

A galvanização por imersão a quente atende aos requisitos sociais, econômicos e ambientais da sustentabilidade. No aspecto social cria um ambiente saudável e não tóxico, assegura a segurança aos usuários pela manutenção dos aspectos estruturais e atende regras para proteção da saúde dos funcionários (filtros). No aspecto econômico garante vida útil longa, durabilidade dos componentes, flexibilidade da funcionalidade das infraestruturas, reabilitação e facilidade de desconstrução/desmontagem dos componentes. Para aspectos ambientais prima pela proteção do ambiente natural, minimização do consumo de recursos naturais, maximização da reutilização de recursos renováveis e recicláveis, baixas emissões e menor consumo de água no processo produtivo.

O ICZ – Instituto de Metais não Ferrosos, atua no mercado há 48 anos, com sua visão de liderar e apoiar os setores de metais Zinco, Níquel e Chumbo, com desenvolvimento e disseminação de suas aplicações e uso sustentável no Brasil. Com sede em São Paulo, tem atuação em todo para o desenvolvimento do mercado dos metais que atua.

Saiba mais: www.icz.org.br